COVID-19: Oeiras continua a garantir distribuição de refeições à população mais vulnerável

COVID-19: Oeiras continua a garantir distribuição de refeições à população mais vulnerável

07 ago 2020
  • Apoio Social
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Desde o início da pandemia já foram distribuídas mais de 130 mil refeições

O Município de Oeiras está determinado a garantir que neste período de pandemia ninguém neste concelho passe necessidades, nomeadamente no que à alimentação diz respeito. Neste sentido, aprovou, em junho, um reforço no apoio a três das entidades parceiras, que estão a lidar no terreno com as consequências do contexto epidemiológico que vivenciamos: duas onde se verificou haver escassez de produtos para fazer face ao aumento da procura de refeições confecionadas; e uma terceira, para remodelação da cozinha onde são confecionadas as refeições. No total, foi aprovado um apoio financeiro de cerca de 95 mil euros.

Assim, sendo necessário colmatar a escassez de produtos e garantir a disponibilização eficaz de refeições à população, a autarquia atribuiu mais 82.000,00 €, para um apoio extraordinário a duas entidades locais com resposta de apoio alimentar (refeições confecionadas), nomeadamente; a Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, que disponibiliza refeições nos territórios de Oeiras, Paço de Arcos, Caixas, Porto Salvo e Barcarena; e a Fundação Obra Social das Religiosas Dominicanas Irlandesas, cuja área de distribuição é em Linda-a-Velha, Carnaxide, Algés e Cruz-Quebrada/Dafundo.

Paralelamente, foi aprovada a atribuição de uma comparticipação financeira ao Centro Comunitário Paroquial de Nossa Senhora das Dores, localizado em Caxias, no montante global de 12.514,00€, para aquisição dos equipamentos necessários à remodelação da cozinha, substituindo o existente com 24 anos, em fim de vida e que não está dimensionado para o atual número de refeições.

Refira-se que Oeiras, desde o início do confinamento, já distribuiu mais de 130 mil refeições confecionadas aos indivíduos que se encontram em situação de maior fragilidade fruto dos tempos que vivemos, aos profissionais de funções essenciais e aos alunos e respetivas famílias que carecem deste apoio.