Apresentação documentário 'MUS-E: 25 anos em Portugal'

Apresentação do documentário 'MUS-E: 25 anos em Portugal'

A apresentação decorreu no edifício ATRIUM, em Oeiras.

28 set 2022
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Vereador Pedro Patacho na apresentação do DOC

O documentário ‘MUS-E: 25 anos em Portugal’ foi apresentado no edifício ATRIUM, no passado dia 19 de setembro, para celebrar a presença deste projeto em Portugal e em Oeiras desde a sua criação, há 25 anos, e prestar homenagem à visão do maestro e humanista Yehudi Menuhin.

Esta apresentação contou com a participação do Vereador, Pedro Patacho, do Presidente da Direção AYMP (Associação Yehudi Menuhin Portugal), Guilherme d’Oliveira Martins, e do Presidente da Mesa da Assembleia Geral da AYMP, Eduardo Marçal Grilo.

O projeto MUS-E baseia-se no poder transformador que a arte pode ter na vida das crianças. O conceito baseia-se em proporcionar-lhes o contacto com o mundo artístico – a música, a dança, o teatro – de forma intimamente ligada com os conteúdos educativos, interligando a pedagogia, a educação e a sensibilidade artística, propondo-se quebrar barreiras que derivam de diferenças culturais.

Desde 1993, as Associações MUS-E já desenvolveram ações em 13 países, envolvendo 61 mil crianças em cerca de 500 escolas. Portugal aderiu desde muito cedo ao projeto e tornou-se um exemplo de referência.

Em Portugal, o nascimento do programa MUS-E teve lugar em Oeiras, numa escola muito especial situada em Algés. Singular não só pelo seu enquadramento sociocultural, uma vez que reunia uma grande diversidade de etnias, mas também porque se revelou como a concretização do conceito do projeto, tal como tinha sido idealizado pelo maestro Yehudi Menuhin.

A evolução do projeto permitiu concluir que as diferenças culturais, que tantas vezes estavam também na origem da segregação e marginalização de algumas crianças, é afinal um fator enriquecedor das práticas artísticas. Por via da música, da dança, da expressão dramática, torna-se evidente que o que os distingue é o que lhes acrescenta valor enquanto comunidade e fortalece o espírito de entreajuda e convivência positiva. Através da ação construtora e pacificadora da arte, a união é genuína.

O projeto foi crescendo e ganhou expressão em Portugal. A par de Oeiras, também Leiria, Lisboa e Évora se tornaram membros ao aderirem com entusiasmo ao propósito de implementar, em cada região, as ações que permitiriam dar continuidade ao sucesso da escola de Algés; por outro lado, tem também uma dimensão internacional fascinante, ganhando assim expressão em diversas nacionalidades e línguas.

 

Saiba mais sobre este projeto AQUI.