Concertos da Camerata Atlântica 2026
Uma viagem musical entre o barroco e a América Latina, sob a direção de Ana Beatriz Manzanilla.
14/02/2026 a 23/05/2026
Concelho de Oeiras
Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço.

A Compasso Supremo – Associação apresenta, entre os meses de fevereiro e maio de 2026, em Oeiras, uma nova temporada de concertos da Camerata Atlântica.
Sob a direção de Ana Beatriz Manzanilla, a Camerata Atlântica regressa a Oeiras com uma série de concertos gratuitos - entrada sujeita à lotação do espaço, evidenciando a versatilidade deste agrupamento, tanto no que diz respeito à sua formação como à diversidade de estilos musicais que interpreta e que vão do período barroco à música latino-americana do século XX.
Sediada no concelho de Oeiras desde a sua fundação, a Compasso Supremo – Associação é uma entidade sem fins lucrativos e tem como missão a divulgação da arte musical através da Camerata Atlântica, orquestra de cordas fundada em 2013 e constituída por destacados músicos do panorama musical lisboeta.
🗓️ Ciclo de Concertos | Fevereiro – Maio 2026
🎼 ‘Entre Tangos y Boleros’
🗓️ 14 de fevereiro | 18h
📍Auditório do Templo da Poesia
Camerata Atlântica, Carlos Guilherme (tenor), Marc Hussner e Samantha Garcia (bailarinos), Ana Beatriz Manzanilla (violino e direção).
Arranjos musicais de Efraín Oscher exclusivos para a Camerata Atlântica.
Neste concerto as melodias intensas e cheias de emoção ganham vida com arranjos especiais e com a presença do afamado tenor Carlos Guilherme e de dois bailarinos argentinos convidados, colorindo o palco com a sensualidade e força expressiva do tango. Uma noite onde música e dança se fundem para celebrar o amor em todas as suas formas.
🎶 ‘Concerto de Páscoa’ - “Stabat Matter” de Boccherini
🗓️ 28 de março | 18h
📍 Capela de Nossa Senhora da Conceição e Santo Amaro
Camerata Atlântica, Patrycja Gabrel (soprano), Ana Beatriz Manzanilla (violino e direção), Francisca Fins (violino), Pedro Saglimbeni Muñoz (viola), Jeremy Lake (violoncelo), Marine Triolet (contrabaixo), Nuno Margarido Lopes (órgão).
O Stabat Mater de Luigi Boccherini, composto em 1781, é uma obra de grande intensidade espiritual e beleza melódica. Inspirado no célebre poema medieval que retrata a dor da Virgem Maria junto à cruz, Boccherini criou uma música delicada, íntima e profundamente emotiva. A peça combina simplicidade e elegância clássica com momentos de intensa expressividade, fazendo dela uma das páginas sacras mais notáveis do compositor.
🎵 ‘Alma Latino-Americana’
🗓️ 11 de abril | 18h
📍 Auditório da Escola Secundária Luís de Freitas Branco
Camerata Atlântica e Ana Beatriz Manzanilla (violino e direção).
O programa deste concerto reúne duas obras de grande força e sensibilidade: a Suíte de Tango do compositor português Sérgio Azevedo, que percorre a intensidade, a nostalgia e a vitalidade desse gênero rio-platense, e a Suíte Libertadores do venezuelano Efraín Oscher, uma homenagem aos heróis que forjaram a independência da América, com ritmos e cores que evocam a diversidade cultural da região. Um repertório vibrante que nos conduz pelas diferentes paisagens musicais da América Latina, onde cada movimento é um encontro com a memória, a identidade e o espírito dos nossos povos.
🎶 ‘Barroqueanas’
🗓️ 23 de maio | 18h
📍 Auditório do Templo da Poesia
Camerata Atlântica, Adriana Ferreira (flauta), João Carlos Araújo (cravo), Ana Beatriz Manzanilla (violino e direção).
Este espetáculo promete trazer a vitalidade do repertório barroco e a riqueza da música latino-americana. Os Concertos de Brandemburgo de Johann Sebastian Bach destacam o virtuosismo e a energia coletiva do conjunto: o Concerto nº 3 é uma celebração rítmica apenas com cordas e contínuo, enquanto o Concerto nº 5 cria um diálogo fascinante entre flauta, violino e cravo, com o brilho especial da flautista portuguesa Adriana Ferreira, cuja técnica e sensibilidade dão nova vida à obra-prima de Bach. Em paralelo, as Barroqueanas Venezuelanas de Efraín Oscher estabelecem uma ponte original entre a elegância barroca e os ritmos e melodias do folclore venezuelano, recriando danças e cantos populares com frescor e vitalidade. Juntas, estas obras oferecem um encontro luminoso entre o passado europeu e a alma vibrante da América Latina.